C2Ø - Construction to Zero

Termómetros

Em Portugal, as indústrias da manufatura e construção são, em conjunto, a 3ª maior fonte de emissões dentro do setor energético, representando cerca de 11,7% do total de emissões do setor em 2019. O setor da construção tem aumentado o seu impacto ao nível nacional, embora tenha conseguido reduzir as suas emissões face a 2005.

Fabricação de Outras Obras de Carpintaria para a Construção
Eficiência de Recursos, Materiais e Processos
1. Uso exclusivo de madeiras certificadas (FSC, PEFC)
2. Privilegiar a utilização de derivados de madeira (aglomerados), ao invés de madeira virgem
3. Substituição de colas e acabamentos por produtos com solventes à base de água
4. Utilização de matérias-primas nacionais
5. Aproveitamento integral de sobras para reintegração no processo produtivo
Energia e Eficiência Energética
6. Substituição de combustíveis utilizados nas caldeiras
7. Utilizar tecnologias mais eficientes nos fornos de secagem (e.g. bombas de calor, permutadores…)
8. Instalação de painéis fotovoltaicos e/ou térmicos
Transportes e Logística
9. Otimização de cargas e transporte
Ecodesign, Inovação e Digitalização
10. Digitalização de processos de produção
11. Incremento da prefabricação e modularidade

O ranking baseia-se na respostas dos peritos a cada uma das medidas, considerando um peso equitativo para cada um dos parâmetros avaliados.

  • É expectável que até 2040 seja possível implementar as medidas de descarbonização avaliadas para o setor da Carpintaria.
  • As medidas 1, 6 e 9 apresentam o menor horizonte de implementação (até 2030)
  • Por outro lado, a medida 3 é aquela que demorará mais tempo a implementar;
  • Com a exceção do uso exclusivo de madeiras certificadas (medida 1), a implementação das restantes medidas poderá ver o retorno do investimento no prazo de 10 anos.

  • O investimento na implementação das medidas de descarbonização neste setor é Medio a Alto.

Os resultados apresentados refletem a média das respostas dos peritos, considerando a ponderação atribuída a cada resposta
Fabricação de Produtos de Betão
Eficiência de Recursos, Materiais e Processos
1. Incorporação de agregados reciclados
2. Integração de escórias de fundição ou cinzas volantes​
3. Utilização de cimentos com baixa incorporação de clínquer​
4. Otimização do mix de betão com a redução da utilização de ligantes hidráulicos​
5. Incremento da reciclagem do betão​
6. Substituição de combustíveis utilizados nas caldeiras
Energia e Eficiência Energética
7. Produção de energia elétrica e térmica a partir de fontes de energia renováveis​
8. Substituição de veículos a combustão fóssil por combustíveis de baixo carbono​
Transportes e Logística
9. Otimização de carga dos camiões-betoneira no transporte de betão​
Ecodesign, Inovação e Digitalização
10. Digitalização dos fluxos operacionais de produção​

O ranking baseia-se na respostas dos peritos a cada uma das medidas, considerando um peso equitativo para cada um dos parâmetros avaliados.

* Não foram avaliadas as medidas 3 e 6.

  • É expectável que até 2040 seja possível implementar a maioria das medidas de descarbonização avaliadas para o setor dos Produtos de Betão
  • As medidas 1 e 4 provocaram maior indefinição, possivelmente associadas ao facto de dependerem de fatores externos (p.e., alterações normativas ou desenvolvimentos tecnológicos).

* Não foi avaliado o período de retorno esperado para as medidas dos Produtos de Betão devido a problemas com a plataforma de avaliação.

  • As medidas avaliadas apresentam custos de investimento que variam entre Médio e Alto.
  • O custo de investimento na substituição de veículos a combustão assumiu-se como médio, uma vez que apresenta baixo custo para os transportes externos e alto para os transportes internos.
Os resultados apresentados refletem a média das respostas dos peritos, considerando a ponderação atribuída a cada resposta
Fabricação de Betão Pronto
Eficiência de Recursos, Materiais e Processos
1. Integração de material reciclado na produção
2. Adição de mais compostos minerais à produção​
3. Utilização de cimentos com baixa incorporação de clínquer​
4. Otimização do mix de betão com a redução da utilização de ligante hidráulico
Energia e Eficiência Energética
5. Melhoria da eficiência energética dos processos de produção
6. Produção de energia elétrica e térmica a partir de fontes de energia renováveis​
Transportes e Logística
7. Substituição de veículos a combustão fóssil por combustíveis de baixo carbono
9. Otimização de carga dos camiões-betoneira no transporte de betão​
Ecodesign, Inovação e Digitalização
10. Digitalização dos fluxos operacionais de produção​
Outras medidas sugeridas pelos peritos
Carbonatação do betão fresco (introdução CO2)

O ranking baseia-se na respostas dos peritos a cada uma das medidas, considerando um peso equitativo para cada um dos parâmetros avaliados.

* Não foi avaliada a medida 4.

  • É expectável que até 2040 seja possível implementar as medidas de descarbonização avaliadas para o setor do Betão Pronto.
  • As medidas 2, 5, 9 apresentam o menor horizonte de implementação (até 2030)
  • Por outro lado, a medida 6 é aquela que demorará mais tempo a implementar;

* Não foi avaliado o período de retorno esperado para as medidas dos Produtos de Betão devido a problemas com a plataforma de avaliação.

  • A maioria das medidas avaliadas apresenta um custo de investimento médio, e um período de retorno de aproximadamente 10 anos.
  • As respostas demonstraram indefinição no que toca à medida 6 – uso de aditivos para carbonatar agregados provenientes de RCD.
Os resultados apresentados refletem a média das respostas dos peritos, considerando a ponderação atribuída a cada resposta
Fabricação de Argamassas
Eficiência de Recursos, Materiais e Processos
1. Incorporação de agregados reciclados
2. Incorporação de materiais naturais e locais
3. Utilização de materiais com menor conteúdo energético e/ou carbónico
4. Expedição de produto a granel
Energia e Eficiência Energética
5. Incremento do desempenho térmico das argamassas
6. Implementação de sistemas de produção para autoconsumo​
7. Aquisição de eletricidade com garantias de origem
Ecodesign, Inovação e Digitalização
8. Incremento da durabilidade e lavagem das argamassas
9. Utilização de materiais com granulometria e porosidade melhoradas​

O ranking baseia-se na respostas dos peritos a cada uma das medidas, considerando um peso equitativo para cada um dos parâmetros avaliados.

  • É expectável que até 2040 seja possível implementar as medidas de descarbonização avaliadas para o setor do Betão Pronto.
  • As medidas 2 e 3 provocaram maior indefinição, possivelmente associadas ao facto de dependerem de fatores externos (p.e., localização ou desenvolvimentos tecnológicos)
  • A maioria das medidas avaliadas apresenta um custo de investimento médio, e um período de retorno de aproximadamente 10 anos.
Os resultados apresentados refletem a média das respostas dos peritos, considerando a ponderação atribuída a cada resposta
Fabricação de Misturas Betuminosas
Eficiência de Recursos, Materiais e Processos
1. Reciclagem e utilização de material reciclado
Energia e Eficiência Energética
2. Redução do consumo de combustível através da diminuição da temperatura de produção​​
3. Utilização de equipamentos elétricos ou movidos a combustíveis de baixo carbono​
4. Utilização de energias renováveis para o aquecimento da central
5. Melhoria da eficiência energética dos processos de produção
6. Asfalto reflexivo para a redução do efeito ilha de calor​
Transportes e Logística
7. Adequação da resistência ao rolamento para a redução do consumo de combustível dos veículos
Ecodesign, Inovação e Digitalização
8. Sensorização para o aumento de longevidade​
10. Digitalização dos fluxos operacionais de produção​
Outras medidas sugeridas pelos peritos
Reduzir espessuras
Aumento da durabilidade
Definição de Declaração Ambiental do Produto setorial
Definição de desempenho da mistura

O ranking baseia-se na respostas dos peritos a cada uma das medidas, considerando um peso equitativo para cada um dos parâmetros avaliados.

  • As medidas de descarbonização avaliadas para o setor das Misturas Betuminosas apresentam horizontes de implementação de médio-longo prazo;
  • Apenas a redução do consumo de combustível associada à diminuição da temperatura do processo (2) é vista como uma medida implementável a curto prazo.
  • A maioria das medidas avaliadas apresenta um custo de investimento médio-alto, e um período de retorno entre 10 a 30 anos;
  • Não se prevê retorno através da implementação da medida 7, uma vez que tem aplicações a jusante do processo produtivo.
Os resultados apresentados refletem a média das respostas dos peritos, considerando a ponderação atribuída a cada resposta
Setor da Construção
Eficiência de Recursos, Materiais e Processos
1. Privilegiar a utilização de matérias-primas de baixo carbono incorporado
2. Reutilização de materiais e elementos de construção (ex. reutilização de um pilar num edifício reabilitado)​​
3. Reaproveitamento de resíduos gerados em obra​​
Energia e Eficiência Energética
4. Substituição de combustíveis fósseis por renováveis (maquinaria) ​
5. Utilização de novos equipamentos mais eficientes em obra e/ou elétricos/H2​
6. Produção de energia elétrica e térmica a partir de fontes de energia renováveis​
7. Aumentar a eficiência energética em obra
Transportes e Logística
9. Otimização de cargas e rotas de transporte (pesados e ligeiros)​
8. Substituição de combustíveis na frota (pesados e ligeiros)​
Ecodesign, Inovação e Digitalização
10. Digitalização dos fluxos operacionais de produção​
11. Incremento da prefabricação e modularidade
12. Construção com materiais inovadores de baixo carbono ​

O ranking baseia-se na respostas dos peritos a cada uma das medidas, considerando um peso equitativo para cada um dos parâmetros avaliados.

  • É expectável que até 2040 seja possível implementar as medidas de descarbonização avaliadas para o setor da Construção.
  • Grande parte das medidas avaliadas para o Setor da Construção apresentam um custo de investimento Médio a Alto, apesar de se identificarem períodos de retorno entre os 10 e 20 anos.
  • As medidas relacionadas com a eficiência energética e transportes e logística são as que apresentam menor custo de investimento.
Os resultados apresentados refletem a média das respostas dos peritos, considerando a ponderação atribuída a cada resposta
Fabricação de Outras Obras de Carpintaria para a Construção
Eficiência de Recursos, Materiais e Processos
1. Uso exclusivo de madeiras certificadas (FSC, PEFC)
2. Privilegiar a utilização de derivados de madeira (aglomerados), ao invés de madeira virgem
3. Substituição de colas e acabamentos por produtos com solventes à base de água
4. Utilização de matérias-primas nacionais
5. Aproveitamento integral de sobras para reintegração no processo produtivo
Energia e Eficiência Energética
6. Substituição de combustíveis utilizados nas caldeiras
7. Utilizar tecnologias mais eficientes nos fornos de secagem (e.g. bombas de calor, permutadores…)
8. Instalação de painéis fotovoltaicos e/ou térmicos
Transportes e Logística
9. Otimização de cargas e transporte
Ecodesign, Inovação e Digitalização
10. Digitalização de processos de produção
11. Incremento da prefabricação e modularidade

O ranking baseia-se na respostas dos peritos a cada uma das medidas, considerando um peso equitativo para cada um dos parâmetros avaliados.

  • É expectável que até 2040 seja possível implementar as medidas de descarbonização avaliadas para o setor da Carpintaria.
  • As medidas 1, 6 e 9 apresentam o menor horizonte de implementação (até 2030)
  • Por outro lado, a medida 3 é aquela que demorará mais tempo a implementar;
  • Com a exceção do uso exclusivo de madeiras certificadas (medida 1), a implementação das restantes medidas poderá ver o retorno do investimento no prazo de 10 anos.

  • O investimento na implementação das medidas de descarbonização neste setor é Medio a Alto.

Os resultados apresentados refletem a média das respostas dos peritos, considerando a ponderação atribuída a cada resposta
Fabricação de Outras Obras de Carpintaria para a Construção
Eficiência de Recursos, Materiais e Processos
1. Incorporação de agregados reciclados
2. Integração de escórias de fundição ou cinzas volantes​
3. Utilização de cimentos com baixa incorporação de clínquer​
4. Otimização do mix de betão com a redução da utilização de ligantes hidráulicos​
5. Incremento da reciclagem do betão​
6. Substituição de combustíveis utilizados nas caldeiras
Energia e Eficiência Energética
7. Produção de energia elétrica e térmica a partir de fontes de energia renováveis​
8. Substituição de veículos a combustão fóssil por combustíveis de baixo carbono​
Transportes e Logística
9. Otimização de carga dos camiões-betoneira no transporte de betão​
Ecodesign, Inovação e Digitalização
10. Digitalização dos fluxos operacionais de produção​

O ranking baseia-se na respostas dos peritos a cada uma das medidas, considerando um peso equitativo para cada um dos parâmetros avaliados.

* Não foram avaliadas as medidas 3 e 6.

  • É expectável que até 2040 seja possível implementar a maioria das medidas de descarbonização avaliadas para o setor dos Produtos de Betão
  • As medidas 1 e 4 provocaram maior indefinição, possivelmente associadas ao facto de dependerem de fatores externos (p.e., alterações normativas ou desenvolvimentos tecnológicos).

* Não foi avaliado o período de retorno esperado para as medidas dos Produtos de Betão devido a problemas com a plataforma de avaliação.

  • As medidas avaliadas apresentam custos de investimento que variam entre Médio e Alto.
  • O custo de investimento na substituição de veículos a combustão assumiu-se como médio, uma vez que apresenta baixo custo para os transportes externos e alto para os transportes internos.
Os resultados apresentados refletem a média das respostas dos peritos, considerando a ponderação atribuída a cada resposta
Fabricação de Betão Pronto
Eficiência de Recursos, Materiais e Processos
1. Integração de material reciclado na produção
2. Adição de mais compostos minerais à produção​
3. Utilização de cimentos com baixa incorporação de clínquer​
4. Otimização do mix de betão com a redução da utilização de ligante hidráulico
Energia e Eficiência Energética
5. Melhoria da eficiência energética dos processos de produção
6. Produção de energia elétrica e térmica a partir de fontes de energia renováveis​
Transportes e Logística
7. Substituição de veículos a combustão fóssil por combustíveis de baixo carbono
9. Otimização de carga dos camiões-betoneira no transporte de betão​
Ecodesign, Inovação e Digitalização
10. Digitalização dos fluxos operacionais de produção​
Outras medidas sugeridas pelos peritos
Carbonatação do betão fresco (introdução CO2)

O ranking baseia-se na respostas dos peritos a cada uma das medidas, considerando um peso equitativo para cada um dos parâmetros avaliados.

* Não foi avaliada a medida 4.

  • É expectável que até 2040 seja possível implementar as medidas de descarbonização avaliadas para o setor do Betão Pronto.
  • As medidas 2, 5, 9 apresentam o menor horizonte de implementação (até 2030)
  • Por outro lado, a medida 6 é aquela que demorará mais tempo a implementar;

* Não foi avaliado o período de retorno esperado para as medidas dos Produtos de Betão devido a problemas com a plataforma de avaliação.

  • A maioria das medidas avaliadas apresenta um custo de investimento médio, e um período de retorno de aproximadamente 10 anos.
  • As respostas demonstraram indefinição no que toca à medida 6 – uso de aditivos para carbonatar agregados provenientes de RCD.
Os resultados apresentados refletem a média das respostas dos peritos, considerando a ponderação atribuída a cada resposta
Fabricação de Argamassas
Eficiência de Recursos, Materiais e Processos
1. Incorporação de agregados reciclados
2. Incorporação de materiais naturais e locais
3. Utilização de materiais com menor conteúdo energético e/ou carbónico
4. Expedição de produto a granel
Energia e Eficiência Energética
5. Incremento do desempenho térmico das argamassas
6. Implementação de sistemas de produção para autoconsumo​
7. Aquisição de eletricidade com garantias de origem
Ecodesign, Inovação e Digitalização
8. Incremento da durabilidade e lavagem das argamassas
9. Utilização de materiais com granulometria e porosidade melhoradas​

O ranking baseia-se na respostas dos peritos a cada uma das medidas, considerando um peso equitativo para cada um dos parâmetros avaliados.

  • É expectável que até 2040 seja possível implementar as medidas de descarbonização avaliadas para o setor do Betão Pronto.
  • As medidas 2 e 3 provocaram maior indefinição, possivelmente associadas ao facto de dependerem de fatores externos (p.e., localização ou desenvolvimentos tecnológicos)
  • A maioria das medidas avaliadas apresenta um custo de investimento médio, e um período de retorno de aproximadamente 10 anos.
Os resultados apresentados refletem a média das respostas dos peritos, considerando a ponderação atribuída a cada resposta
Fabricação de Misturas Betuminosas
Eficiência de Recursos, Materiais e Processos
1. Reciclagem e utilização de material reciclado
Energia e Eficiência Energética
2. Redução do consumo de combustível através da diminuição da temperatura de produção​​
3. Utilização de equipamentos elétricos ou movidos a combustíveis de baixo carbono​
4. Utilização de energias renováveis para o aquecimento da central
5. Melhoria da eficiência energética dos processos de produção
6. Asfalto reflexivo para a redução do efeito ilha de calor​
Transportes e Logística
7. Adequação da resistência ao rolamento para a redução do consumo de combustível dos veículos
Ecodesign, Inovação e Digitalização
8. Sensorização para o aumento de longevidade​
10. Digitalização dos fluxos operacionais de produção​
Outras medidas sugeridas pelos peritos
Reduzir espessuras
Aumento da durabilidade
Definição de Declaração Ambiental do Produto setorial
Definição de desempenho da mistura

O ranking baseia-se na respostas dos peritos a cada uma das medidas, considerando um peso equitativo para cada um dos parâmetros avaliados.

  • As medidas de descarbonização avaliadas para o setor das Misturas Betuminosas apresentam horizontes de implementação de médio-longo prazo;
  • Apenas a redução do consumo de combustível associada à diminuição da temperatura do processo (2) é vista como uma medida implementável a curto prazo.
  • A maioria das medidas avaliadas apresenta um custo de investimento médio-alto, e um período de retorno entre 10 a 30 anos;
  • Não se prevê retorno através da implementação da medida 7, uma vez que tem aplicações a jusante do processo produtivo.
Os resultados apresentados refletem a média das respostas dos peritos, considerando a ponderação atribuída a cada resposta
Setor da Construção
Eficiência de Recursos, Materiais e Processos
1. Privilegiar a utilização de matérias-primas de baixo carbono incorporado
2. Reutilização de materiais e elementos de construção (ex. reutilização de um pilar num edifício reabilitado)​​
3. Reaproveitamento de resíduos gerados em obra​​
Energia e Eficiência Energética
4. Substituição de combustíveis fósseis por renováveis (maquinaria) ​
5. Utilização de novos equipamentos mais eficientes em obra e/ou elétricos/H2​
6. Produção de energia elétrica e térmica a partir de fontes de energia renováveis​
7. Aumentar a eficiência energética em obra
Transportes e Logística
9. Otimização de cargas e rotas de transporte (pesados e ligeiros)​
8. Substituição de combustíveis na frota (pesados e ligeiros)​
Ecodesign, Inovação e Digitalização
10. Digitalização dos fluxos operacionais de produção​
11. Incremento da prefabricação e modularidade
12. Construção com materiais inovadores de baixo carbono ​

O ranking baseia-se na respostas dos peritos a cada uma das medidas, considerando um peso equitativo para cada um dos parâmetros avaliados.

  • É expectável que até 2040 seja possível implementar as medidas de descarbonização avaliadas para o setor da Construção.
  • Grande parte das medidas avaliadas para o Setor da Construção apresentam um custo de investimento Médio a Alto, apesar de se identificarem períodos de retorno entre os 10 e 20 anos.
  • As medidas relacionadas com a eficiência energética e transportes e logística são as que apresentam menor custo de investimento.
Os resultados apresentados refletem a média das respostas dos peritos, considerando a ponderação atribuída a cada resposta